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<title>MultiBanco</title>
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<lastBuildDate>Wed, 11 Mar 2009 14:14:44 GMT</lastBuildDate>
<description>crédito consignado, pessoal, veículos, INSS, correspondente bancário, correspondente financeiro</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>Empresa Brasileira de Marketing</copyright>
<managingEditor>matriz@multibanco.com.br</managingEditor>
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<image><title>MultiBanco</title><url>http://www.multibanco.com.br/imagens/multibanco.gif</url><link>http://www.multibanco.com.br</link><width>52</width><height>144</height></image>

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<title>CNPS restabelece comprometimento de 30% para empréstimo</title>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 14:12:43 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[Da Redação (Brasília) – O Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) manteve na manhã de hoje (10) o limite de comprometimento de 30% do valor do benefício para o crédito consignado, com modificações importantes. O segurado poderá utilizar o limite de comprometimento integralmente na modalidade empréstimo ou destinar até 10% do valor do benefício para a modalidade cartão de crédito. Desde o ano passado, esse teto era de, obrigatoriamente, 20% para empréstimo e 10% para cartão.Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) não poderão ultrapassar o limite de 30% nas duas modalidades. A modificação passa a valer apenas após a publicação da Instrução Normativa regulamentando a alteração, ainda sem data definida. A mudança era uma reivindicação tanto dos aposentados quanto dos bancos. Os juros máximos do empréstimo permanecem em 2,5% ao mês e para o cartão de crédito, de 3,5%.Segundo o ministro José Pimentel, a medida atende a todas as entidades de trabalhadores e de aposentados que integram o CNPS. O ministro também não vê dificuldade para que os bancos atendam à nova margem de crédito. Mas observa que o aposentado sempre deve ficar muito atento antes de contratar um empréstimo.Na avaliação do secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer, em 2008 a expansão do crédito consignado estava ajudando a superaquecer a economia, por isso havia sido mantida a divisão do crédito em até 20% e até 10%.Para o secretário, a conjuntura atual é diferente: não há, nesses primeiros meses do ano, o impacto de antecipações de parcelas de pagamento, ao mesmo tempo em que a conjuntura econômica mostra que é preciso fortalecer e preservar o consumo privado para que a economia se sustente. “A medida veio em uma boa hora para o fortalecimento da economia. Mas o objetivo principal é voltarmos para a situação anterior do segurado, com mais flexibilidade para escolher a modalidade de crédito que deseja”, acredita o secretário. CONSIGNADO 2: Medidas entram em vigor após regulamentaçãoInstrução normativa definirá as regras de operacionalização no sistema10/03/2009 - 18:54:00Da Redação (Brasília) - A alteração no limite para contratação do crédito consignado na modalidade empréstimo, aprovada hoje (10) pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), deve levar pelo menos 15 dias até entrar em vigor, esclareceu o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).Antes de ser posta em prática, a alteração precisa aguardar a publicação de uma resolução com a decisão do CNPS, pelo Ministério da Previdência Social. A partir dessa resolução, o INSS deverá definir as novas regras, por meio de instrução normativa.Nesse período, o INSS também precisará adequar o sistema que roda a folha de pagamento, em parceria com a Dataprev. Essas alterações técnicas no sistema permitirão a aplicação da nova margem consignável. Somente após esse período, será comunicada por meio da página do Ministério da Previdência Social, na internet, a data em que a alteração entrará em vigor.O CNPS, em sua reunião de hoje, restabeleceu o limite de comprometimento de 30% do valor do benefício para o crédito consignado na modalidade empréstimo. Caso o segurado não queira utilizar os 30% (margem consignável) para empréstimo, ele pode usar até 10% em cartão de crédito. Desde o ano passado, esse teto era de, obrigatoriamente, 20% para empréstimo e 10% para cartão. Aposentados e pensionistas do INSS não poderão ultrapassar o limite de 30% nas duas modalidades.Os juros máximos do empréstimo permanecem em 2,5% ao mês, e, para o cartão de crédito, de 3,5%.<br>
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<title>Crise reduz oferta de consignado</title>
<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 16:13:01 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[Um dos aspectos mais duros da crise é a mudança no perfil das linhas de crédito: saem as modalidades mais baratas, entram as mais caras. Uma das vítimas é o crédito consignado, cujas concessões médias mensais recuaram de R$ 3,6 bilhões, em setembro, para R$ 2,83 bilhões em dezembro, uma queda de 21%. Em janeiro houve recuperação do patamar pré-crise, R$ 3,44 bilhões, mas ainda longe do pico de R$ 5 bilhões do começo do ano passado.A maior redução se deu para empregados da iniciativa privada, que era uma das apostas dos bancos grandes antes do agravamento da crise. A modalidade apresentou forte recuo nos últimos meses do ano. O saldo, na casa dos R$ 10 bilhões, se manteve praticamente estável desde outubro (alta de 0,7%), indicando que as novas concessões praticamente secaram.As operações com funcionários públicos também recuaram por conta das dificuldades de liquidez por que passaram os bancos médios, principais instituições desse nicho de mercado.Como o empréstimo em consignação também já apresentava desempenho fraco nos empréstimos para aposentados e pensionistas do INSS, a expectativa para este ano é que a linha tenha crescimento bem mais modesto, por volta de 15%, interrompendo um ciclo de forte expansão nos últimos anos - em janeiro o saldo foi a R$ 79,5 bilhões, avanço anual de 20,7%.Os empréstimos em consignação, cujas parcelas são descontadas diretamente do salário, foi um dos carros-chefes do período de forte expansão do crédito nos últimos anos. A linha chegou a ter crescimentos de mais de 100% do saldo, com forte atuação dos correspondentes bancários (pastinhas) de instituições médias.As vantagens para os clientes eram os juros mais baixos e os prazos mais longos, que chegaram a superar os 60 meses. Para os bancos de médio porte, o atrativo era a baixa inadimplência e a possibilidade de captar recursos com títulos lastreados nesses ativos.A modalidade poderia ser, portanto, uma alternativa no atual cenário de turbulência financeira, por ser uma opção de dívida mais barata em meio a alta dos spreads praticados pelos bancos em diversas linhas.Poderia ser também uma saída mais segura para os bancos, dentro da visão dessas instituições de que a inadimplência pode piorar nos próximos meses - o nível de atrasos acima de noventa dias chega a ser inferior a 1% em algumas carteiras de consignado.O problema é que, no caso do crédito para funcionários de empresas privadas, o último trimestre do ano representou um momento de incerteza quanto ao desempenho das companhias empregadoras e de aumento do risco de desemprego.Osmar Roncolato, superintendente do Bradesco e diretor-adjunto de crédito da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), pondera ainda que o fim de ano apresenta menor crescimento dessa modalidade pois as famílias já contam com mais recursos oriundos do décimo-terceiro salário.De uma maneira mais ampla, avalia Roncolato, o consignado já atingiu a maturidade e já vem apresentando crescimento em linha com as outras modalidades. "Teremos um crescimento normal daqui para frente".Essa visão é compartilhada por Hélio Duarte, diretor do HSBC e da Febraban. Ele ressalta ainda que não apenas o consignado sofreu desaceleração, mas que o ritmo começa a ser retomado. "Houve uma queda de demanda e aos poucos o crédito está voltando."A desaceleração da modalidade vem desde 2007, por conta de uma saturação natural depois que a demanda reprimida foi atendida. Os empréstimos para os aposentados e pensionistas seguem essa mesma tendência, mas nesse caso o problema é anterior à crise. As dificuldades começaram no início do ano passado, quando o INSS alterou o limite de endividamento de 30% para 20% - com 10% reservado para o cartão de crédito consignado.Do fim de 2007 para meados de 2008, as concessões mensais caíram de 700 mil novos contratos para cerca de 400 mil. Em novembro, último dado disponível, foram realizadas pouco mais de 16 mil operações com aposentados do INSS, volume irrisório quando comparado à média mensal de 600 mil contratos nos últimos três anos.Mas a crise pode representar um certo alívio para esse segmento. Alguns bancos acreditam que talvez possa haver uma recuperação da linha com as pessoas voltando a demandar esse empréstimos para trocar dívidas mais caras contraídas desde o fim do ano passado.Essa é a tese de Ricardo Gelbaum, diretor-executivo do banco BMG. "Nesse cenário é difícil fazer previsões, mas todos nós temos algumas teses, algumas hipóteses e acho que pode ter início um novo ciclo para o consignado."Segundo Gelbaum, as pessoas poderiam voltar a demandar consignado para pagar dívidas ou para suprir deficiências orçamentarias das famílias nesse momento de crise. "Pode repetir o que aconteceu no começo do consignado."Fonte: jornal Valor Econômico 02/03/2009 - Fernando Travaglini<br>
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<title>No INSS, cai número de operações, mas valor emprestado aumenta</title>
<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 18:45:41 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[ Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) realizaram menos operações com crédito consignado em outubro, na comparação com setembro, mas pediram emprestado um volume maior de dinheiro.De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (8), que fazem parte do relatório mensal realizado pela Dataprev ( Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social), foram 77,3 mil operações em setembro e 60,7 mil em outubro - queda de 21,5%.Em relação aos valores, foi registrado crescimento de 15,3%, de R$ 172 milhões em setembro para R$ 198,4 milhões em outubro.AcumuladoDesde o lançamento do empréstimo consignado, em setembro de 2004, até outubro deste ano, os aposentados e pensionistas do INSS realizaram 14,97 milhões de operações de crédito, somando R$ 23,7 bilhões.O valor médio de cada empréstimo feito por aqueles que recebem o piso previdenciário é de R$ 1.160,61, saldado em 34 parcelas de R$ 55,79.Por sua vez, os beneficiários que recebem entre um e três salários mínimos tomam empréstimos maiores, usando, em média, R$ 1.741,72. São empréstimos de até 32 parcelas de R$ 87,37. Já os que recebem benefícios de mais de três salários mínimos contratam, em média, R$ 3.021,47, e se comprometem a pagar este valor em 32 parcelas de R$ 154,54.RegrasPara aumentar a segurança no crédito consignado e reduzir o endividamento excessivo dos segurados, o INSS editou uma série de normas, em vigor desde 3 de junho deste ano. Entre as medidas, destacam-se a proibição do saque em espécie com o cartão de crédito consignado e a necessidade do empréstimo ser creditado diretamente na conta de quem recebe o benefício.No caso de cartão magnético, o valor deverá ser depositado em conta-corrente ou poupança da qual o aposentado ou pensionista seja titular. Se não tiver conta, a ordem de pagamento irá para a agência bancária em que o segurado recebe o benefício. O limite de crédito no cartão também foi reduzido de três para duas vezes o valor do benefício.<br>
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<title>Crise ajuda CEF a crescer no consignado</title>
<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 18:05:49 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[A Caixa Econômica Federal está aproveitando as dificuldades enfrentadas por outros bancos para avançar no mercado de crédito consignado. O banco federal está fechando parcerias com correspondentes que antes trabalhavam com bancos pequenos e médios e planeja aumentar de 11% para 13% a sua fatia de mercado no crédito consignado. O orçamento da Caixa de 2009 prevê a contratação de R$ 10 bilhões em empréstimos com desconto em folha de pagamento, o que representa expansão de 25% em relação aos R$ 8 bilhões estimados para este ano.     A carteira de crédito gerada dentro da Caixa, sem considerar as aquisições de carteiras de terceiros, subiria de R$ 8 bilhões para R$ 9,8 bilhões entre 2008 e 2009, o que representaria expansão de 22,5%. A Caixa prevê que o mercado como um todo cresça só 3,5%.Segmento que liderou a expansão de crédito a partir de 2004, os empréstimos consignados começaram a perder força a partir do início deste ano devido a dificuldades de bancos pequenos e médios para captar recursos. Mais recentemente, grandes bancos também recuaram, reduzindo os prazos das operações e aumentando as taxas de juros. As captações da Caixa estão sendo favorecidas pela crise, já que depositantes procuram a segurança do banco público. As captações em CDBs, que estavam na média de R$ 100 milhões por mês, saltaram para R$ 397 milhões em setembro e R$ 926 bilhões em outubro, apesar de a Caixa ter como política de varejo oferecer remuneração equivalente a 97,5% do CDI. Alguns bancos grandes pagam mais de 100% do CDI.A Caixa decidiu que, para ganhar mercado, não vai cortar prazos nem aumentar juros. No caso dos empréstimos com desconto em folha do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por exemplo, o prazo máximo continua em 60 meses, com juros entre 0,92% e 2,35% ao mês. Nas demais linhas de empréstimos, os prazos chegam a 92 meses para alguns nichos, como o Judiciário. De forma geral, as taxas seguem entre 1,65% e 2,35% ao mês, com percentuais mais baixos para alguns nichos.A crise criou oportunidades para a Caixa ampliar sua rede. Uma das novidades é a contratação de grandes correspondentes bancários, que têm redes de lojas e equipes de agentes de crédito para a venda de empréstimos consignados. "Estamos sendo procurados por correspondentes que antes trabalhavam para outros bancos", afirma o vice-presidente de pessoa física da Caixa, Fábio Lenza. Até a crise, os bancos pequenos e médios mantinham controle sobre os correspondentes porque ofereciam remuneração mais atrativa.Os correspondentes recebem comissão sobre cada operação contratada. Os grandes bancos não tinham como competir porque, além de arcar com os custos variáveis representados pelas comissões, têm que cobrir também custos fixos, como rede de agências, terminais e funcionários. Os pequenos trabalham só com custos variáveis. "Os valores das comissões caíram e chegaram aos patamares que podemos pagar", explica Lenza. A Caixa também definiu como prioritário o crescimento do consignado para o setor privado. Apenas 10% do crédito consignado da Caixa é com trabalhadores privados, abaixo dos 14% do mercado bancário como um todo. Uma das razões desse baixo percentual na Caixa é o fato de a instituição ter relativamente poucas empresas de grande porte como cliente. Hoje, 14 mil empresas são clientes da Caixa e 1,5 milhão de trabalhadores recebem salário pelo banco, numa média de 107 empregados por empresa.A Caixa já vinha crescendo no mercado corporativo, mas a crise deu nova sacudida no segmento. "Estamos sendo procurados por grandes empresas que tiveram o crédito cortado em outros bancos", disse. Além disso, uma das medidas provisórias editadas pelo governo para enfrentar a crise, a MP 443, permite que a Caixa abra subsidiárias para atuar em áreas em que antes não atuava - estão nos planos criar um banco de investimento e operar em leasing e em financiamento de veículos.Fonte: jornal Valor Econômico 12/11/2008 - Alex Ribeiro<br>
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<title>Banco do Brasil negocia compra do BV</title>
<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 16:26:35 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[ O Banco do Brasil está negociando a compra do Banco Votorantim, braço financeiro do conglomerado da família Ermírio de Moraes. O Banco Votorantim é o nono maior do país, com ativos totais de 73 bilhões de reais. As negociações estão adiantadas, e o resultado pode ser conhecido nos próximos dias. Segundo EXAME apurou, o Banco Votorantim está sendo assessorado pela consultoria Boston Consulting Group. Já o Banco do Brasil é assessorado pelo banco de investimentos UBS Pactual. Procurados, tanto o BB quanto o Banco Votorantim negaram a informação de que negociam. De acordo com executivos que participam das conversas, a hipótese mais provável é que o Banco do Brasil compre por volta de metade do controle do Banco Votorantim. Isso atenderia, ainda de acordo com esses executivos, a um desejo da família Ermírio de Moraes: não se desfazer do banco inteiro. O maior entrave à conclusão do negócio, porém, é o preço. A família Ermírio de Moraes esperava uma proposta que avaliasse o banco em cerca de 10 bilhões de reais. Segundo EXAME apurou, a oferta do Banco do Brasil ficou longe desse número. Agora, negociadores dos dois lados tentam chegar a um acordo em relação ao preço. Caso não se consiga atingir um valor consensual, as negociações podem ser interrompidas. Um fato novo pode aumentar o poder de barganha dos vendedores — a fusão entre Itaú e Unibanco, que formou o maior banco da América Latina, à frente dos ex-líderes Banco do Brasil e Bradesco. A transação pode aumentar o apetite do Bradesco para novas aquisições. Nas últimas semanas, o mercado foi tomado por rumores de que o Bradesco já teria comprado o Banco Votorantim. Na verdade, houve conversas iniciais entre os dois, que acabaram não evoluindo. Com a reviravolta no ranking do setor, no entanto, o Bradesco pode voltar às negociações, pressionando o BB a elevar sua proposta. Comprando o banco Votorantim, o Bradesco não conseguiria alcançar o banco resultante da fusão entre Itaú Unibanco, mas ultrapassaria — por pouco — o Banco do Brasil em ativos totais.portal Exame 03/11/2008 - Tiago Lethbridge<br>
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<title>Aperto no crédito gera demissões nos bancos</title>
<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 09:27:14 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[A crise mundial já mostra seus resultados mais perversos no sistema financeiro brasileiro. Diante da escassez de liquidez, os bancos de médio e pequeno portes diminuíram as operações de crédito e, em conseqüência, estão reduzindo de tamanho e enxugando custos e o quadro de pessoal para se alinhar à nova estrutura. O Banco Daycoval informou ontem que está reduzindo em 10% seu quadro de funcionários, hoje em torno de 700 colaboradores, em uma readequação organizacional. As áreas mais afetadas são as voltadas para operações de varejo, segmento em que pretende desacelerar. O Banco Pine também anunciou ontem demissões, assim como fez o Banco Indusval Multistock há poucos dias, quando descontinuou suas atividades na área de crédito ao consumidor. Conforme o superintendente do Daycoval, Carlos Lazar, o banco já está conduzindo o processo de redução de pessoal, que se soma ao esforço de diminuição das despesas administrativas e com a contratação de terceiros, como trabalhos de consultorias e de assessorias. A idéia, conforme Lazar, é manter as despesas estáveis, já que também houve um crescimento devido ao dissídio da categoria. O executivo enfatizou que não planeja mais cortes.Outra instituição financeira de médio porte cujas reduções na operação para pessoas físicas já se refletem em cortes de pessoal é o Pine. O banco, que ao final do terceiro trimestre do ano passado tinha 392 funcionários, conta atualmente com 372. Isso ajudou a reduzir as despesas administrativas em mais de 23%, segundo informou ontem, no balanço. Lazar disse que o Daycoval não ficará exatamente menor, mas num curto prazo a carteira tende a retrair, com tendência de voltar aos níveis atuais em médio prazo, quando poderá retomar o crescimento ou manter a estabilidade, conforme a contaminação do cenário macroeconômico. "O tamanho do banco nos próximos 12 meses talvez seja o que é hoje." "Vivemos um momento agudo da crise, com reflexos profundos aqui dentro (no País), mas não estamos ainda mudando estratégias de longo prazo", disse Gilberto Meiches, vice-presidente do Banco Sofisa, que afirmou não há corte de pessoal, já que tem estrutura enxuta, mas busca outras alternativas de redução de gastos, como melhoria na produtividade e investimento em tecnologia. O Banco Indusval desligou 28 funcionários há cerca de 15 dias de um total de 57 que cuidavam da carteira de varejo, em função da descontinuidade do negócio. Focado no empréstimo para empresas, o banco vinha testando o ingresso nessa área, que em junho representou menos de 1% do total da carteira, mas desisitiu por conta da crise. Fonte: jornal Gazeta Mercantil 31/10/2008 - Iolanda Nascimento e Luciano Feltrin<br>
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<title>Consignado do INSS registra queda de 90%</title>
<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 16:54:24 GMT</pubDate>
<link>http://www.multibanco.com.br/cgi-bin/noticias/viewnews.cgi?id=EkkVkEklyuxgtywMqi</link>
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<description><![CDATA[A quantidade de contratos mensais de empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS apresentou redução de 90% em setembro, em relação ao mesmo mês do ano passado. Foram fechadas 77,3 mil operações, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Em comparação com agosto, a queda foi de 50%.A desaceleração segue tendência iniciada em janeiro, com as mudanças nas regras de endividamento, que reduziram a margem de comprometimento do benefício mensal de 30% para 20% e também impediram o saque com o cartão de crédito. Mas os dados mostram que a parada também já é reflexo da crise mundial, com redução da oferta pelos bancos."A coisa é grave. Esse aposentado que não consegue mais pegar empréstimo consignado está sendo empurrado para operações mais caras e mais curtas e até mesmo para a desintermediação financeira", alertou Renato Oliva, presidente da Associação Brasileira de Bancos (ABBC).A solução, segundo ele, seria retomar o patamar de 30% para o limite de endividamento, com a possibilidade de o aposentado escolher se quer comprometer 10% com o cartão de crédito. "Num momento em que o país esta falando da retomada de empréstimo, não precisa dificultar mais ainda. Retornar os 30% já melhoraria muito. É preciso que o cliente tenha a liberdade de escolher se quer usar o cartão."Com a redução das concessões mensais, o saldo se mantém praticamente estável. Até o mês passado, estavam registradas 14,9 milhões de operações ativas, com saldo de R$ 23,5 bilhões, segundo estatísticas do INSS.Os dados de crédito do Banco Central para todas as modalidades de consignado também apontam desaceleração. O saldo das operações com funcionários público (que incluem o INSS) avançou 0,9% em setembro, contra um crescimento médio mensal de 2,4% no ano passado.Além da dificuldade operacional por conta das mudanças regulatórias, os bancos estão com o apetite bastante reduzido desde o agravamento da crise mundial. Isso acontece devido às margens mais apertadas, com o aumento do custo de captação, pressionando operações como o consignado, que tem teto de juros estipulados por muitos órgão púbicos. No INSS, o juro máximo que pode ser cobrado é de 2,5% ao mês, para o empréstimo, e 3,5% ao mês, para o cartão consignado.Há um terceiro ponto que tem dificultado o segmento de empréstimos em consignação. A crise de liquidez que atingiu os bancos brasileiros por conta da crise externa acertou em cheio as instituições de médio porte, justamente os atores mais agressivos nesse nicho.O diretor-executivo do BMG, Ricardo Gelbaum, em entrevista ao Valor na semana passada, afirmou que o BMG, assim como todo o mercado, reduziu seus empréstimos. O banco, um dos maiores do empréstimo com desconto em folha do país, tem produzido o que pode ser vendido a outros bancos. "Quem tem recursos, está segurando."Recentemente o Banco Central liberou recursos do compulsório para os bancos maiores adquirirem carteiras de crédito de instituições menores. O Itaú comprou cinco novas carteiras somente na semana passada e avalia a possibilidade adquirir outras. Já o Unibanco comprou duas e negocia a compra de mais duas. Tanto o Itaú quanto o Unibanco estão focados nas carteiras de consignado, as de menor risco.O diretor do BMG avalia que o conjunto de medidas que o governo está tomando vai provocar uma gradual oxigenação do mercado de crédito e as operações vão voltar a fluir, disse Gelbaum.Oliva ressalta ainda que o grande problema é que a concessão de crédito depende de uma estrutura complexa e de um desenvolvimento que demanda tempo e conhecimento do mercado. Essa dinâmica, que vinha sendo aperfeiçoada nos últimos anos está "cada dia mais interrompida, por conta de uma crise de confiança". O desafio agora, disse ele, é "trabalhar a confiança de todo o sistema para que seja retomada essa dinâmica do crédito". Fonte: jornal Valor Econômico 28/10/2008 - Fernando Travaglini (Colaborou Altamiro Silva Junior, de São Paulo)<br>
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<title>Barigüi Financeira abre sua primeira loja em parceria</title>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 13:17:44 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[A Barigüi Financeira, empresa do Grupo Barigüi, lança a sua primeira loja em Curitiba, a ser operada por correspondente bancário, buscando um contato mais direto com seus clientes. Localizada na Rua Lourenço Pinto, 107, a loja comercializará produtos como crédito pessoal, crédito consignado para servidores públicos estaduais e municipais, crédito imobiliário e refinanciamento de veículos. Resultante do aquecimento e crescimento acelerado do setor imobiliário, a nova loja vem, ainda, atender a grande demanda de clientes que buscam o financiamento de imóveis, disponibilizado através das parcerias entre a Barigui Financeira e bancos com carteira de crédito imobiliário, e o refinanciamento imobiliário, com o mais novo produto "Barigüi Crédito com Imóvel".            O refinanciamento imobiliário é uma modalidade de empréstimo para pessoas físicas e jurídicas que tem como garantia um imóvel próprio, residencial, comercial ou terreno, já quitado, e seu produto pode ser usado para inúmeras finalidades, como investimentos em projetos pessoais e profissionais, entrada para aquisição do segundo imóvel, quitação de dívidas de curto prazo, reforma ou construção de imóvel e aquisição de imóvel comercial e residencial. Com esse propósito, a Barigüi Financeira oferece a cada cliente, incluindo profissionais liberais, autônomos e pessoa jurídica, uma solução personalizada. Conhecido em outros países como "Home Equity", esta modalidade de crédito é amplamente usada por quem necessita de um montante mais expressivo de empréstimo, com prazo longo de pagamento, em até 60 meses, e com juros abaixo das modalidades tradicionais de empréstimo. Segundo o diretor da financeira, Rodrigo Pinheiro, o refinanciamento imobiliário é um dos produtos financeiros mais difundidos do mundo, porém pouco conhecido no Brasil. O processo de liberação de crédito é ágil e rápido e a  Financeira oferece todo o suporte necessário, com profissionais qualificados no setor. "Nós tratamos de todas as certidões e documentos para o cliente e as taxas e custos operacionais também podem ser incluídos no financiamento", ressalta Pinheiro. Quanto ao financiamento imobiliário, Pinheiro informa que no Brasil, o volume de crédito representa cerca de 2 % do PIB nacional, percentual bem inferior ao encontrado em países como o México, 9%, Chile, 14% e Reino Unido, 84%. Sobre a Barigüi FinanceiraFundada em 1995, a Barigüi Financeira  se apresenta, na atualidade, como uma sólida instituição de crédito, estando presente em sete estados brasileiros.  A empresa é integrante do Grupo Barigüi, que se posiciona como um dos maiores grupos de concessionárias de veículos do país, com oito bandeiras.  A Barigui S/A - Crédito, Financiamento e Investimentos foi criada com o objetivo de oferecer acesso ágil ao crédito aos seus clientes, realizando sonhos através de soluções personalizadas em produtos diversificados, mantendo o foco no atendimento ao cliente e valorizando a relação com os seus parceiros. Entre os serviços prestados, destacam-se aquisição de imóveis através de parcerias ou crédito com garantia imobiliária, CDC lojista, capital de giro, crédito pessoal e empréstimo consignado para servidores públicos. A Barigüi Financeira, tal como o restante do Grupo, concentra a sua atuação nos estados do Paraná e Santa Catarina.<br>
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<title>Itaú tem interesse em carteiras de consignado</title>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 01:56:35 GMT</pubDate>
<link>http://www.multibanco.com.br/cgi-bin/noticias/viewnews.cgi?id=EkkFVEZFAVDieGgQkj</link>
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<description><![CDATA[São Paulo - O Itaú estuda a compra de carteiras de crédito consignado com o benefício dado pelo Banco Central, que prevê um desconto de 40% no compulsório sobre depósitos a prazo das instituições que fizerem a compra desses ativos, desde que o cedente tenha um patrimônio de referência de até R$ 2,5 bilhões. "Estamos estudando essa operação. É uma continuidade do que vínhamos fazendo", disse o diretor-executivo do banco, Silvio de Carvalho, à Agência Estado. De acordo com ele, o objetivo é aumentar a presença nessa modalidade de crédito.Ao final de junho, a carteira de consignado no Itaú era de R$ 3,182 bilhões, valor 27,1% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. O valor inclui as operações cedidas por outras instituições, como o BMG.Na avaliação do executivo, as recentes medidas do BC para melhorar a liquidez entre as instituições financeiras de menor porte são salutares porque indicam que a autoridade monetária está vigilante em relação a possíveis problemas do sistema.Carvalho negou que o banco tenha parado de operar em algumas linhas de crédito. Ele lembrou que há uma maior restrição no financiamento às exportações, conseqüência da redução na liquidez no exterior. Nas demais linhas, o executivo explicou que apenas houve uma redução de prazos e elevação das taxas de juros. "Houve uma redução na demanda e estamos mais seletivos. No financiamento a automóveis reduzimos os prazos máximos de 72 meses para 60 meses", disse.A redução na demanda por crédito já era esperada. Em junho, a carteira total era de R$ 148,073 bilhões, valor que representa um crescimento de 41,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Já para o desempenho de todo o ano, a expectativa de expansão de até 30% está mantida. PanamericanoO Panamericano adotou uma postura mais restritiva na concessão do crédito ao financiamento de veículos e consignado. Em nota, o banco afirmou que alterou as tabelas de taxas de juros e reduziu os prazos praticados, refletindo as condições atuais do mercado. "O Panamericano, assim como os demais players do setor, vem adotando uma postura conservadora na sua atuação junto ao mercado de crédito de veículos e consignado", diz a nota. O banco não informou qual o prazo máximo das novas operações de crédito. Em agosto, o financiamento de um automóvel poderia ser feito em até 60 meses, embora a maior parte (60%) fosse feito em até 48 parcelas. A carteira de crédito total do Panamericano estava em R$ 8,632 bilhões em junho. (Ana Paula Ribeiro)Fonte: <a href="http://www.ae.com.br/institucional/ultimas/2008/out/08/4368.htm">http://www.ae.com.br/institucional/ultimas/2008/out/08/4368.htm</a><br>
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<title>Bancos diminuem crédito e comissões</title>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 13:37:55 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[Os bancos brasileiros de médio porte devem reduzir a concessão de crédito para enfrentar o aperto de liquidez mundial causado pela crise financeira. O objetivo é deixar dinheiro em caixa e diminuir a necessidade de captação de recursos, cada vez mais escassos.O Banco Cruzeiro do Sul já começou a implementar essa estratégia. "Diminuímos em um terço a originação de crédito consignado", afirmou Fausto Guimarães, superintendente de relações com investidores. Esse tipo de empréstimo corresponde a 92% da carteira total da instituição, de R$ 3,7 bilhões em junho."Também estamos elevando as taxas e reduzindo os prazos dos empréstimos realizados", admitiu o executivo. O custo de captação do Cruzeiro do Sul, via certificado de depósito bancário (CDB), subiu de 109% do CDI no segundo trimestre deste ano para 115% agora, segundo Guimarães. "E as captações externas, responsáveis por 18% do funding, secaram" , disse.O aumento do custo de captação é generalizado. "Mas os bancos médios, pela quantidade mais restrita de fontes de recursos, sofrem mais", destaca Ceres Lisboa, analista da agência de classificação de riscos Moody´s.A desaceleração das operações deverá ser adotada pelas demais instituições médias, segundo os analistas. "Os bancos deixarão de renovar parte das linhas dos clientes para incrementar a liquidez. Também terão de se tornar mais seletivos e criteriosos na avaliação de risco dos tomadores, para evitar um aumento da inadimplência, que geralmente acompanha os períodos de desaceleração econômica", avalia o economista João Augusto Salles, da Lopes Filho.Outro problema que os bancos médios podem ter é a maior dificuldade de ceder carteiras de crédito para grandes instituições, como Bradesco e Itaú, que vinham provendo funding para essas instituições com a compra de operações desde a quebra do Banco Santos. O altíssimo percentual dos compulsórios dificulta a margem de manobra dos grandes bancos com esse aperto de liquidez no exterior, e alguns já estão reduzindo as compras de contratos.Segundo o próprio Cruzeiro do Sul, o apetite dos grandes bancos pelos ativos é menor hoje do que no passado. Além de terem menos recursos sobrando para as aquisições, eles já desenvolveram as próprias operações e o consignado já atrai menos porque o potencial de crescimento diminuiu. "As compras de carteira ficaram caras", afirmou Aloisio Lemos, analista da Ágora Corretora.Os bancos médios mais vulneráveis ao cenário atual e que terão de tomar medidas mais vigorosas para manter a liquidez são os especializados em crédito consignado e financiamento de veículos, que têm prazos mais extensos. "Os recursos de longo prazo foram os que primeiro desapareceram do mercado", ressaltou Salles.As operações para empresas de médio porte - o chamado "middle market" - têm prazos menores. Portanto, o risco de descasamento entre a captação dos bancos e o repasse de recursos aos clientes nesses casos é menor. Dessa forma, é possível que algumas instituições passem a mudar um pouco o portfólio de produtos, para ajuste à nova realidade.O banco Pine, por exemplo, vem aumentando a participação do crédito a empresas na carteira total, ao mesmo tempo em que reduz a fatia de pessoa física (consignado). Os contratos corporativos, que respondiam por 50% do portfólio total da instituição em junho de 2006 e 60% em junho de 2007, equivalem agora a 70%.Apesar dos riscos do setor, os analistas não acreditam em problemas de insolvência no curto prazo. "Estamos monitorando muito de perto a situação e não vemos risco de quebra", disse Ceres, da Moody's. As instituições ainda estão capitalizadas, por conta do dinheiro obtido em ofertas públicas de ações realizadas em 2007."A margens e a rentabilidade podem cair com a redução da concessão de crédito, mas não vejo risco de quebradeira, pois os balanços são saudáveis", disse Lemos, da Ágora. No segundo trimestre, os bancos ainda apresentaram crescimento significativo nas operações de crédito. A menor expansão foi a do Sofisa, de 49% em relação ao mesmo período de 2007, segundo o Valor Data.Uma outra possibilidade é que o processo de consolidação se acentue. "Esse pode ser um caminho para os bancos que venham a ter problema de funding", disse a analista da Moody´s.Com esse cenário de incerteza, as ações das instituições financeiras, que já tinham desempenho negativo na bolsa, caíram ainda mais nas últimas semanas. No acumulado deste ano, a menor queda entre os papéis do setor é a do Paraná Banco, de 34%, superior à do Ibovespa (-28%).<br>
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<title>Barigüi Financeira lança modalidade de crédito imobiliário</title>
<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 17:54:49 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[A Barigüi Financeira, empresa do Grupo Barigüi, inova com uma modalidade de crédito muito conhecido nos Estados Unidos e Europa, mas que ainda é novidade no Brasil: o refinanciamento imobiliário.O refinanciamento é uma modalidade de empréstimo pessoal que tem como garantia um imóvel próprio, residencial, comercial ou terreno, já quitado e pode ser usado para inúmeras finalidades, como investimentos em projetos pessoais e profissionais, entrada para aquisição do segundo imóvel, quitação de dívidas de curto prazo, reforma ou construção de imóvel e aquisição de imóvel comercial e residencial. Na Barigüi Financeira, cada cliente tem uma solução personalizada através de crédito para pessoa física, incluindo profissionais liberais, autônomos e pessoa jurídica. Conhecido nos países desenvolvidos como Home Equity, esta modalidade de crédito é amplamente usado por pessoas que precisam de um alto volume de empréstimo, com prazo longo de pagamento, em até 60 meses, e com juros abaixo das modalidades tradicionais de empréstimo. Segundo o diretor da empresa, Rodrigo Pinheiro, o refinanciamento imobiliário é um dos maiores produtos do mundo, porém pouco conhecido no Brasil. O processo de liberação de crédito é ágil e rápido e a empresa oferece todo o suporte necessário, com profissionais qualificados no setor. "Nós tratamos de todas as certidões e documentos para o cliente e as taxas e custos operacionais também podem ser incluídas no financiamento", ressalta Pinheiro. No Brasil, o volume de crédito imobiliário representa cerca de 2 % do PIB nacional, percentual bem inferior ao encontrado em países como o México, 9%, Chile, 14% e Reino Unido, 84%.Além disso, a Barigüi Financeira funciona como uma intermediadora de financiamentos, caso o cliente queira comprar seu primeiro imóvel através de financiamento imobiliário, pois dispõe de parcerias com bancos que oferecem essa modalidade de crédito. Fundada em 1995, a Barigüi Financeira representa hoje uma das mais sólidas instituições de crédito do País, estando presente em sete estados brasileiros.  A empresa é integrante do Grupo Barigüi, um dos maiores grupos de concessionárias do país.Sobre a Barigüi Financeira Com uma razão social que traduz bem sua proposta de atuação, a Barigui S/A - Crédito, Financiamento e Investimentos foi criada com o objetivo de oferecer acesso ágil ao crédito aos clientes, realizando sonhos através de soluções personalizadas em produtos diversificados, mantendo o foco no cliente e valorizando a relação com os seus parceiros. Entre os serviços prestados, destacam-se aquisição de imóveis através de parcerias ou crédito com garantia imobiliária, CDC lojista, capital de giro, crédito pessoal e empréstimo consignado para servidores públicos. A Barigüi Financeira, tal como o restante do Grupo, concentra a sua atuação nos estado do Paraná e Santa Catarina. Fonte: <a href="http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=notas&id=21968">http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=notas&id=21968</a><br>
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<title>INSS recebe recomendação para não descontar aposentadorias indevidamente</title>
<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 13:44:40 GMT</pubDate>
<link>http://www.multibanco.com.br/cgi-bin/noticias/viewnews.cgi?id=EkkEVZkylpPJqNVqhw</link>
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<description><![CDATA[O MPF-PR (Ministério Público Federal no Paraná) recomendou que o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) não efetue mais descontos indevidos em folhas de pagamentos de pensões e aposentadorias dos beneficiários.A PRDC (Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão) recomendou que o INSS exija que todos os contratos de crédito consignado celebrados entre aposentados e pensionistas e instituições financeiras sejam acompanhados de documento que identifique em qual agência bancária o contrato foi celebrado. O INSS, segundo a recomendação, deve suspender quaisquer descontos em folha dos benefícios previdenciários dos aposentados e pensionistas que já tenham ou venham a oferecer reclamações administrativas alegando não ter celebrado contratos de crédito.Segundo informações do MPF-PR, foram constatados casos nos quais empresas comerciais abordam os aposentados e pensionistas do INSS em suas casas com a finalidade de lhes oferecer produtos mediantes práticas abusivas que acarretam prejuízos econômicos e morais.De acordo com o artigo 4º, da Instrução Normativa INSS, a contratação de operações de crédito consignado só poderá ser realizada na própria instituição financeira ou por meio de um banco vinculado. Pelo fato de que o contrato é feito por vendedores, muitas vezes os consumidores não têm conhecimento de que na realidade estão contratando uma operação de crédito consignado com bancos.“O INSS não vem observando sua própria regulamentação, não exigindo que os contratos sejam realizados ou na sede das instituições financeiras, ou mediante a assinatura do competente contrato na presença de um correspondente bancário a ela vinculada”, escreve o procurador regional dos Direitos do Cidadão Elton Venturi na recomendação.O INSS tem 15 dias para informar as providências adotadas em relação ao cumprimento da recomendação.Fonte: <a href="http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/56161.shtml">http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/56161.shtml</a><br>
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<title>Com inflação em alta, bancos limitam crédito</title>
<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 21:35:08 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[Financeiras e bancos já estão mais seletivos na aprovação do crédito e diminuíram em cinco pontos porcentuais o nível aceitável de comprometimento da renda do consumidor com as prestações. O motivo da cautela é a disparada da inflação, que reduz a renda disponível da população para ir às compras e pagar dívidas do crediário. <br><br>A maior cautela por parte das instituições financeiras ocorre em um momento em que a inadimplência do consumidor ainda não dá sinais de aceleração porque o nível de emprego é crescente. Também até agora o governo apenas ensaiou medidas para conter o avanço do crédito, apesar de ter subido a taxa básica de juros, a Selic, para segurar a inflação e, com isso, encareceu os financiamentos. <br><br>Mas quem empresta dinheiro está preocupado e não quer correr riscos diante da perspectiva de arrefecimento da atividade econômica nos próximos meses e da possível piora na capacidade de solvência do consumidor. "O cenário é de vigilância", afirma Hilgo Gonçalves, executivo-chefe da Losango, promotora de vendas do banco HSBC, uma das gigantes do mercado de crédito ao consumidor para a baixa renda. <br><br><b>Cautela </b><br><br>Gonçalves diz que a parcela aceitável de comprometimento da renda com a prestação nos financiamentos aprovados diminuiu: de até 35% no ano passado para até 30% hoje. O executivo conta que a cautela é maior na hora de aprovar o financiamento. <br><br>Isso significa que além do preenchimento dos dados básicos, como nome, renda, CPF, entre outros, para fazer o cadastro e submetê-lo a um programa de computador que decide quanto pode ser emprestado, a promotora de crédito faz perguntas adicionais para captar a capacidade de pagamento do cliente. <br><br>A enquete inclui, por exemplo, questões sobre se a data do pagamento da prestação é compatível com a do recebimento do salário ou se o cliente tem dívidas com crediários de outras financeiras. <br><br>
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<title>As vantagens do crédito consignado</title>
<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 20:03:14 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[SALVADOR - O consumidor pode economizar até 62,8% com o crédito consignado, em comparação com o Crédito Direto ao Consumidor (CDC). O índice foi obtido através de simulações feitas por especialistas, a partir do valor de R$ 1 mil, financiado em 24 vezes. Caso o consumidor contratasse o empréstimo via CDC, pagaria, no final do período, um total de R$ 4.431,99 contra R$ 1.646,71 na modalidade consignada. Os dados foram obtidos a partir da taxa média de 2,1% de juros mensais no consignado, captada pelo Banco Central (BC), e a taxa de 6,4% mensais para o CDC, apurada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac). <br><br>O crédito consignado tornou-se uma opção de fuga dos altos juros  das outras modalidades de financiamento. De acordo com o BC, apenas em julho, o mercado de crédito consignado movimentou cerca de R$ 48,9 bilhões, num crescimento de 25%, considerando o período acumulado dos últimos 12 meses. Grande parte do crescimento decorre da “troca de dívidas”, ou seja, liquidar  débitos com cartão de crédito (taxa de 10,38% ao mês), ou cheque especial (7,72% ao mês), e contratar um empréstimo consignado, algo que transforma o perfil da dívida, com a redução dos juros. <br><br>Apesar da euforia em torno da modalidade de crédito, o economista e professor de matemática financeira, Hildebrando Carvalho, observa que, apesar de mais em conta, o consignado ainda tem juros altos, em relação ao risco representado pela operação. Para os bancos, o consignado, é um verdadeiro “negócio da China”, pois a consignação tem a  vantagem de ser diretamente descontada em folha, no limite de 30% do salário do tomador do empréstimo. Praticamente, não há como o consumidor fugir da parcela mensal. Por outro lado, em caso de demissão, 30% da verba rescisória vai para o pagamento do valor  financiado. “A pessoa contrata um financiamento como este, e apenas pensa no valor das parcelas, sem considerar os juros, ainda altos para o tipo de operação ”, adverte Carvalho. <br><br>A aposentada Vera Lúcia Almeida parece vacinada contra a alta nos juros. Ela confessa ter contratado  o crédito consignado há alguns meses, quitou o débito, e, hoje, não quer nem falar no assunto. Ainda assim, a voracidade dos bancos em relação ao fomento da demanda do crédito consignado parece não ter limites.  Vera conta que recebe correspondências, telefonemas e se diz  assediada pelos bancos e financeiras que operam no setor. Já o aposentado Norman Silva Santos usou uma vez o consignado, e não tem queixas. “Foi descontado no meu pagamento diretamente, e não tive problemas”, resume  Norman. <br><br>Queda de braços – Enquanto os consumidores aprendem às duras penas a usar o consignado, a Febraban e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) travam uma queda de braços em  torno do aumento do teto dos juros  para aposentados e pensionistas. Os bancos querem um aumento de 2,5%  para 2,63%. O superintendente de comunicação da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), William Salazar, justifica a reivindicação  por conta dos recentes aumentos da Selic, a taxa de juros básicos. <br><br> “Quando houve corte na Selic, a taxa dos consignados também foi cortada. Então, nada mais natural que, quando a Selic suba, o consignado seja reajustado”, pondera Salazar. O grande receio  do mercado e de organizações de defesa do consumidor é que  a  perspectiva de alta nos juros da consignação para aposentados e pensionistas repercuta nas taxas da modalidade cobradas aos assalariados. Porém, apesar da pressão dos bancos, até o momento, o INSS rejeita a idéia. <br><br>Apesar da perspectiva de alta nos juros para conter a inflação, o volume de empréstimos na praça cresce em relação ao PIB – a soma das riquezas da nação. Apenas em julho, o volume de financiamentos na economia alcançou 37% do PIB, um recorde. <br><br><br><br><br>Fonte: Luiz Souza, do A TARDE<br><br><a href="http://www.atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=955853">http://www.atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=955853</a><br>
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<title>Notícias agora em RSS</title>
<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 21:42:52 GMT</pubDate>
<link>http://www.multibanco.com.br/cgi-bin/noticias/viewnews.cgi?id=EkkplkFZZksgMpdNQx</link>
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<description><![CDATA[O canal de notícias do MultiBanco agora passa a contar com distribuição de conteúdo via RSS.<br><br><a href="http://www.multibanco.com.br/rss.xml">http://www.multibanco.com.br/rss.xml</a><br><br><a href="http://www.google.com/ig/adde?moduleurl=http://www.multibanco.com.br/rss.xml"><img src="http://buttons.googlesyndication.com/fusion/add.gif" style="width:104px; height:17px;border:0px;" alt="Add to Google" /></a><br>
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<item>
<title>Mais de 12 milhões de idosos são chefes de família</title>
<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 03:03:39 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[RIO - A imagem de um idoso entediado de pijamas está longe do cotidiano da terceira idade no Brasil. Hoje, eles representam 10,1% da população, alcançando 18,5 milhões de pessoas. E não devem nada para as gerações seguintes. Segundo dados reunidos pelo cientista social e ex-coordenador da ONU, José Carlos Libânio, os idosos chefiam 12,2 milhões de lares brasileiros, ou 22% do total (são considerados chefes, pelo critério do IBGE, aqueles apontados como tal pela família no momento da pesquisa). <br><br>Além disso, 71% da terceira idade do país conseguem ser independentes financeiramente. Apenas 5% dos homens e 23% das mulheres se dizem em dificuldade financeira. A grande maioria dessa faixa da população, 83%, possui casa própria já quitada. <br><br>- Esses fatos quebram um mito, mostrando que os idosos continuam a acumular patrimônio. Os mais jovens estão, na verdade, em desvantagem atualmente - analisa Libânio. <br><br><b>Em crescimento</b><br><br>As cifras também jogam a favor dos mais velhos. "A parcela de idosos da população tem crescido cada vez mais e isso deve continuar assim. Em 2050, calcula-se que um em cada três brasileiros serão da terceira idade - afirma. <br><br>O movimento é intenso. Entre 1940 e 2006, o número de idosos no país cresceu 11 vezes, passando de 1,7 milhão para 18,5 milhões. A mudança também levou a uma reviravolta nos mercados, cada vez mais interessados nesse segmento. Afinal, eles já são responsáveis por nada menos do que R$ 243 bilhões. <br><br>Grande parte da renda da terceira idade, 49%, vem da Previdência, majoritariamente do INSS. Na seqüência, com 39%, estão os rendimentos vindos do trabalho. Os aluguéis também representam uma porcentagem significativa da renda dos idosos, 7%. <br><br>As mulheres, por terem uma expectativa de vida maior do que os homens, representam 55% dos idosos. E têm uma velhice mais solitária. A viuvez das idosas é 3,4 vezes maior do que a dos idosos. <br><br>Fonte: Elisa Campos - Diário de SP<br><br>
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<title>Comércio online decola, finalmente</title>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 13:18:47 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[O comércio eletrônico caminha a passos largos no Brasil. Somente no primeiro semestre deste ano o faturamento do setor foi de R$ 3,8 bilhões, alta de 45% sobre o mesmo intervalo de 2007, segundo a e-bit. No entanto, para que o e-commerce continue a conquistar adeptos - hoje são 11,5 milhões de brasileiros que compram pela internet - é preciso diversificar as formas de pagamento aceitas nas transações on-line. <br><br>"Aliar cartões de crédito, debito, boleto bancário, transferências entre contas e moblie payment é essencial para aumentar vendas". A opinião é de Svante Westerberg, vice-presidente da Braspag Tecnologia em Pagamentos. O executivo participou, na semana passada, do C4 - Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor. Em sua apresentação, destacou que essa diversidade pode aumentar em até 14% as vendas nas lojas virtuais.<br><br>"Muitos consumidores ainda temem fraudes na internet. Assim, oferecer para eles opções múltiplas para o pagamento das despesas é um diferencial", afirma. Svante diz que no Brasil, 85% dos internautas têm preocupações com os pagamentos on-line, mesmo assim, ressalta que o cartão de crédito é o meio preferido dos e-consumidores. "Os sistemas de segurança anti-fraude (tanto pelo lado do comerciante como dos clientes) aliados nesta operação avançam rapidamente e conquistam os internautas", analisa.<br><br>O mercado brasileiro tem características próprias que ganham destaque quando o assunto é venda pela internet. Por aqui, 23% dos e-consumidores utilizam financiamentos on-line para suas compras e 50% parcelam valores sem juros. "Estas duas modalidades de pagamento são inovadoras e contribuem para a expansão do varejo eletrônico", diz. <br><br>Para ele, cada vez mais as lojas buscam a internet para vender, pois sabem que este é um mecanismo que veio para ficar no mundo todo. "A internet é global e as empresas também querem ser globalizadas. Mas, para que isso aconteça de maneira positiva para os negócios, é necessário investir em tecnologia que garanta segurança nas operações", conclui.<br><br>Svante afirma que este deve ser um esforço conjunto dentro da cadeia de valor do varejo on-line. Ele cita exemplos de sucesso nesta área que aliam plataformas inovadoras de pagamento com segurança. "Amazon.Com, PayPal, Google Check Out são modelos de negócios bem sucedidos que conquistam internautas globalmente. O Amazon.com, por exemplo, cresce 80%/ano fora dos Estados Undios, pois está apoiado em múltiplas soluções seguras de pagamento", conta.<br><br>No Brasil, o executivo integra o quadro da Braspag, empresa especializada em desenvolver e gerir operações de pagamentos a distância. A companhia viabiliza para Internet e Call Center vendas diretas por cartões de crédito e débito, boletos bancários e débito automático em conta corrente. <br><br>Fundada em abril de 2005, a Braspag através do relacionamento com bancos e operadoras de cartão de crédito, realiza as operações financeiras entre seus clientes e os consumidores finais. Além disso, opera soluções especializadas em autenticação e controle de pagamentos, capazes de analisar o perfil do comprador e de avaliar o risco de uma transação fraudulenta.<br><br>Atualmente, na América Latina, a empresa atende países como o Brasil, Argentina, México e Chile. No mercado brasileiro, 80% do fluxo do comércio eletrônico é processado na companhia, através de uma plataforma única que concilia pagamentos dos cartões Visa, MasterCard. Amex, Aura e Hipercard. Somente no ano passado, mais de R$ 4,5 bilhões foram processados na Braspag.<br><br><br>Fonte: portal Partner Report 04/09/2008 - Heloisa Valente<br><br>
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<title>Juros não inibem crédito a empresa</title>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 13:12:56 GMT</pubDate>
<link>http://www.multibanco.com.br/cgi-bin/noticias/viewnews.cgi?id=EkkpykpFZyOuGKWsJT</link>
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<description><![CDATA[SÃO PAULO - Os empréstimos já estão mais caros para as empresas e boa parte da alta se deve a elevação dos spreads bancários, diferença entre o custo de captação e a taxa cobrada dos clientes. Em média, a alta foi de 2,6 pontos percentuais, desde o início do ano até julho. O movimento puxou os juros para cima, mas não reduziu a demanda por crédito. <br><br>Os spreads subiram por conta dos custos mais caros para os bancos, fruto da crise externa e da elevação das taxas dos certificados de depósitos bancários (CDB). Há também um componente de risco maior, seja pela incerteza sobre a situação econômica global, seja pela expectativa de inflação, que baliza os juros futuros, piso do crédito. <br><br>Em algumas linhas, como na modalidade de conta garantida para pequenas e médias, espécie de cheque especial para as empresas, os spreads subiram 10,5 pontos, desde janeiro até julho, segundo dados do Banco Central. No desconto de duplicata, a taxa já cresceu 5,6 pontos no período. <br><br>Pelo menos por enquanto, os bancos têm conseguido repassar os preços para as empresas, reduzindo o impacto na rentabilidade das instituições. Assim, o custo do dinheiro não pára de subir para as companhias, em parte pela alta dos spreads, em parte pelo processo de aperto monetário iniciado em abril pelo Banco Central, que já elevou a Selic em 1,75 ponto, para 13% ao ano. <br><br>Desde o início do ano, em média, a taxa de juros para as companhias cresceu 4,6 pontos percentuais, para 27,5% ao ano. Nas linhas prefixadas, mais usadas por empresas de pequeno e médio portes, a elevação atingiu 5,9%, para 38,1% ao ano. Nas taxas flutuantes, para as grandes companhias, o aumento foi menor, de 2,3%, para 20,4% ao ano. <br><br>Por outro lado, os prazos dos empréstimos pararam de subir. Se em 2007 houve um avanço médio de 40 dias, atingindo 275 dias em média, em 2008 já houve recuo de nove dias desde janeiro. <br><br>Apesar desse processo, os bancos não esperam redução da procura das empresas por crédito até o fim do ano. O otimismo para os meses finais de 2008 se mantém mesmo com os primeiros sinais de desaquecimento da demanda e o processo de elevação das taxas de juros. <br><br>Nos últimos anos, as companhias mudaram de patamar, principalmente com as aberturas de capital na bolsa, e elevaram suas necessidades operacionais, afirma Sérgio Clemente, diretor-executivo do Bradesco. "As empresas estão maiores e demandam mais capital de giro para suas atividades. Mas há, nesse momento, uma seletividade muito grande nas emissões externas e menor liquidez para as empresas captarem no exterior." <br><br>Ele lembra ainda mais um fator que tem impulsionado as operações de crédito. "Há muitas operações-ponte aguardando recursos do BNDES. Existe um determinado prazo de liberação e durante esse período, em que as empresas já iniciaram os investimentos, contam com recursos dos bancos". Esses empréstimos-ponte também são feitos no aguardo de um melhor momento para emissões de renda fixa no mercado externo. "As empresas preferem tomar no curto prazo e alongar quando as taxas cederem." <br><br>Antonio Pulchinelli, superintendente do Banco Real explica que o otimismo se justifica pela sazonalidade do período. "Entre 60% e 65% da produção dos bancos se dá no segundo semestre." O mercado, afirma, está especialmente aquecido para pequenas e médias, com uma disponibilidade muito grande de recursos e forte concorrência entre os bancos. <br><br>André Brasil, diretor-executivo do Banco Mercantil do Brasil, ressalta, no entanto, que poderia ser mais forte se não fosse alta de juros e crise lá fora. "Há uma conjunção de fatores, com funding mais caro e escasso e um aumento do custo do dinheiro. Por isso, a perspectiva de crescimento não é tão elevada quanto foi no primeiro semestre." <br><br>Henrique Vianna, diretor de médias e grandes empresas do HSBC, acredita que os últimos meses do ano serão bons, mas que, devido à crise externa, às taxas de juros em alta no mercado interno e à inflação, o período será "um pouco pior do que foi o primeiro semestre". <br><br>Seu colega de HSBC, Daniel Zabloski, diretor de pequenas empresas, avalia que para as pequenas a alta de juros terá pouco relevância. "Esse setor já está inserido dentro de um processo em que as taxas já são mais altas. Quando a Selic sobe 0,5 ponto percentual, o impacto é pequeno." <br><br>Os executivos do HSBC ressaltam um aspecto positivo do atual momento, que é a elevação dos investimentos. Hoje, entre as pequenas, cerca de 15% a 20% dos recursos são destinados para investimento. Já nas médias, mais de 30% vão para ampliação, com tendência de crescimento. <br><br>No Banco Máxima, a aposta também se concentra no segmento de "middle market", segundo Ricardo Mello, diretor da instituição. "Diferentemente do varejo, na pessoa jurídica há espaço para manutenção das margens, apesar do aumento dos custos. O consignado, por exemplo, está muito impactado pelos tetos das taxas e não há espaço para repasse. O mercado mais atrativo para os bancos médios em 2008 e 2009 é o de crédito para empresas". <br><br>O segmento que mais cresce é o de pequenas e médias também no Banco ABC Brasil, afirma Sérgio Lulia Jacob, vice-presidente executivo da instituição. "São empresas que investiram bastante, começaram a se profissionalizar e estão mais transparentes. Até o ambiente jurídico está melhor para se trabalhar com as garantias." <br><br>Para 2009, no entanto, Jacob afirma que o cenário pode mudar. "Os bancos têm tomado uma cautela muito grande no nível de provisões. Estamos num momento em que a inadimplência está menor do que sempre foi. As perdas de crédito têm sido menores que as séries históricas e é possível que voltem para níveis normais, até pela alta da Selic e pelas condições da economia mundial." <br> <br><br>Fonte: <a href="http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/0">http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/0</a>,19125,ERA1688377-2883,00.html<br>
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<title>Golpe do empréstimo consignado</title>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 22:51:50 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[SÃO PAULO - Policiais do Deic (Departamento de Investigações sobre Crime Organizado) prenderam por volta das 14h de segunda-feira (1), no centro de São Paulo, três suspeitos de integrar um grupo que dava o golpe do empréstimo consignado em instituições bancárias. <br><br>Entre os detidos está uma mulher de 68 anos, Maria Aparecida de Jesus Faria, e os supostos comparsas, o despachante Almir Bispo dos Santos, 54, e a vendedora Lilian rodrigues Lioncio, 42. <br><br>Segundo a polícia, Santos era encarregado de conseguir os dados pessoais de aposentados, inclusive se o nome da pessoa tinha alguma restrição ao crédito. O grupo falsificava os documentos e as duas mulheres assumiam as identidades das aposentadas. <br><br>Com os documentos falsificados, elas conseguiam empréstimos consignados --em que o pagamento é debitado diretamente na conta de quem fez o financiamento. Segundo a polícia, nenhuma das pessoas que teve o nome utilizado pelo bando arcou com o prejuízo, pois os bancos tiveram de ressarcir o dinheiro descontado irregularmente. <br><br>O trio foi preso em flagrante, no momento em que iria aplicar mais um golpe: Maria Aparecida tentava fazer empréstimo em um banco usando o nome de Maria Barbosa de Araújo. <br><br>Os suspeitos foram autuados por estelionato e formação de quadrilha. Uma suposta integrante do grupo, identificada como Lia, é procurada pela polícia. Ela seria a responsável pela falsificação dos documentos. <br>
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<title>Banif expande atuação no País</title>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 14:05:07 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[Lisboa - O Banif já definiu a localização das próximas agências bancárias que abrirá em São Paulo, até ao fim do ano. Alphaville, Associação Portuguesa dos Desportos e o centro da cidade de São Paulo receberão novas unidades do banco português, que também pretende relocalizar a sua agência em Santos. <br><br>Depois de no início de agosto o Banif ter indicado no comunicado de resultados do primeiro semestre a intenção de reforçar a presença no Brasil com três novas agências, o banco liderado por Horácio Roque revelou agora, no relatório consolidado dos primeiros seis meses do ano, onde irá expandir a sua rede comercial em concreto. <br><br>"No segundo semestre, deverá ser inaugurada a segunda agência de Alphaville, com grande visibilidade em região de alto poder aquisitivo", informou o Banif. O banco já está presente na região, através da primeira agência de Alphaville, a qual "já desenvolveu importantes negócios, conquistando clientes de relevo, em operações que irão assegurar relacionamentos de longo prazo em operações estruturadas e bem garantidas", segundo explicou o Banif. <br><br>"Com a segunda agência de Alphaville, pretende-se expandir significativamente a actividade com clientes particulares, desenvolvendo também uma importante actividade de 'private banking'", revelou ainda a instituição financeira portuguesa.<br><br>Também para o segundo semestre de 2008, estão previstas a abertura da agência na Associação Portuguesa de Desportos, clube com grande penetração na comunidade Portuguesa e de seus descendentes, e da agência Centro de São Paulo, fisicamente muito próxima das instalações da Financeira Banif.<br><br>As mudanças na rede comercial do Banif no Brasil, que terminou o primeiro semestre com 11 unidades, não ficam por aqui. "Está prevista, até ao final de 2008, a mudança da agência Santos para uma melhor localização, tendo um cuidado especial na sua escolha, de modo a transmitir uma imagem de alto padrão", detalhou o Banif. A mudança tem o propósito de permitir o crescimento dos negócios nesta cidade, que abriga o principal porto do país e onde existe uma grande comunidade de luso-descendentes. "A agência de Santos tem-se revelado um sucesso e tem permitido uma penetração importante do Banif Brasil na cidade de Santos e noutras regiões", avalia o Banif. <br><br>No que se refere à estratégia de desenvolvimento no Norte do Brasil, onde se tem verificado importante investimento estrangeiro, principalmente de origem portuguesa, na área de hotelaria e serviços, o Banif Brasil já conta com um representante residente em Recife (Pernambuco), o qual cobre o Nordeste brasileiro, inclusive Fortaleza (Ceará), e a equipa está em crescimento, com a contratação de novos gerentes na região, adiantou o banco português.<br><br><br><b>Operações de crédito comercial cresceram 15%</b><br><br>Sobre o desempenho da sua unidade brasileira no primeiro semestre, o Banif explicou que manteve "uma política conservadora na concessão do crédito, privilegiando os clientes existentes com excelente histórico". O crédito comercial atingiu, em 30 de Junho de 2008, o montante de R$ 669 milhões, crescendo 15% no período, quando comparado com os R$ 572 milhões em junho de 2007. <br><br>"De entre as operações que se provaram extremamente positivas, estão as operações de crédito consignado em que o pagamento é assegurado através de débito no contra-cheque de funcionários públicos. O crédito consignado ascendia a R$ 128 milhões em 30 de junho de 2008 e o objectivo é ampliar esta linha de negócio por forma a incluir operações com trabalhadores do sector privado", informou o Banif.<br><br>Outra linha de negócio importante para o Banif Brasil é a actividade de financiamento ao comércio externo, tendo essas operações alcançado o montante de R$ 124 milhões e apresentado um crescimento de 13 % face a junho de 2007. Para o banco luso, "o financiamento ao comércio externo é importante pois promove a relação com empresas de maior dimensão e qualidade, com capacidade de exportação, permitindo abrir, com tais empresas, outras formas de relacionamento".<br><br>Os depósitos de clientes ascenderam a R$ 467 milhões e os depósitos interbancários a R$ 156 milhões, à data de 30 de junho de 2008. "Apesar da turbulência que afectou os mercados americano e europeu, no 1.º semestre de 2008, em função da chamada crise do subprime, o mercado brasileiro não se ressentiu", comenta o banco.<br><br>No final do primeiro semestre de 2008, o Banif Brasil apresentava-se como o 16º banco com maior volume cambial do pais, superando os US$ 3 mil milhões de volume de operações por mês.<br><br>O programa de investimentos, com a criação da Financeira Banif e com a expansão da rede de agências, a necessidade de equipar o banco de sistemas aplicacionais, de mecanismos de controlo e de uma "equipa competente e altamente profissional" (o que levou a um alargamento da área comercial e ao aumento do número de empregados em 30%, para 274) levou a um aumento significativo dos custos operacionais. "Este facto, a par da intensificação da concorrência, que provocou uma redução dos 'spreads', fez com que o resultado líquido do Banif Brasil se situasse em R$ 3,9 milhões, 27% menos que o obtido no período homólogo do ano anterior", diz ainda o banco português.<br><br>Fonte: <br>Horácio Roque <br><a href="http://www.portugaldigital.com.br/noticia.kmf?cod=7647980&indice=10&canal=159">http://www.portugaldigital.com.br/noticia.kmf?cod=7647980&indice=10&canal=159</a><br>
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<title>Cliente deve cuidar das dívidas</title>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 20:25:17 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[Juros, financiamento, parcelas e empréstimos são palavras de fazem parte da vida do brasileiro. Em um país em que o salário mínimo ideal seria de R$ 2.025,99, mas é de R$ R$ 415,00 (de acordo com cálculo do Dieese baseado na cesta básica mais cara do País, em Porto Alegre) é difícil encontrar alguém que nunca tenha pago o valor mínimo do cartão de crédito ou ainda utilizado o limite do cheque especial. Segundo o Banco Central, mais de 80 milhões de pessoas físicas e jurídicas (empresas) têm dívidas no País. <br><br>O valor tomado em empréstimos já é o maior de uma década: mais de R$ 1 trilhão. A maior parte dessa dívida é feita em empréstimos pessoais, de acordo com o BC; em seguida vêm o financiamento do carro e as compras no cartão de crédito. O radialista Jorge*, 46, está entre os endividados. Ele levou um susto quando chegou a desembolsar R$ 200 só de juros quando pagou só o valor mínimo do cartão de crédito. <br><br>“Eu recebi a futura em um mês de R$ 716 e no outro já passava de R$ 900”, lembra. O exemplo do radialista é também o do que não se deve fazer. Ele contratou ao mesmo tempo cinco cartões de crédito, estimulado pelas facilidades e ausência de anuidade. Depois disso, emprestou boa parte de seu limite a amigos e familiares. Resultado: a dívida se transformou numa bola de neve quando os devedores começaram a faltar com o dia do pagamento. <br><br>Após acréscimos de juros altos e renegociações com as operadoras de cartão de crédito, ele está conseguindo pagar a dívida – que somada já chegou a R$ 3 mil - utilizando o dinheiro de trabalhos extras. E garante que aprendeu a lição. “Agora vou ter dois cartões, no máximo, e sempre pagando em dia”, promete.  <br><br>Planejamento - Por causa de casos como o de Jorge, os especialistas consultados pela reportagem batem na mesma tecla: nunca compre mais do que pode pagar e planeje bem o seu orçamento. “Antes de comprar um produto, se pergunte se precisa mesmo dele. Se precisa, pergunte se tem que ser agora, ou pode adiar; e se, por fim, tiver que comprar, pergunte qual é a melhor forma de pagar, dentro da sua realidade”, aconselha o professor e consultor de finanças pessoais Ângelo Guerreiro Costa.  <br><br>Segundo Costa, se a forma escolhida for à vista, o consumidor fez a melhor opção. Do contrário, na hora de partir para o financiamento, um cuidado é indispensável: avaliar a taxa de juros, e não apenas o valor da parcela. Além disso, não há mistério, o único jeito de evitar o endividamento é mesmo adequando os gastos ao salário. <br><br>“Recomendo que se faça um modelo simplificado de orçamento com aquilo que entra, as despesas e o saldo disso. Se o saldo for vermelho, que ele nem sonhe em comprar nada. Se for positivo, deve tomar um empréstimo ou comprar um bem de forma que a parcela caiba no seu orçamento”, ensina. <br><br>O consultor lembra ainda que o grande vilão do endividamento é o cheque especial – valor à disposição do cliente de conta bancária. “A única vantagem é que você só paga pelo tempo que consumir, então deve ser usado somente para uma emergência”, explica.   <br><br>Para o coordenador de acompanhamento conjuntural da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, Luiz Mário Vieira, a maior parte das dívidas surge com a falta de planejamento. “O brasileiro faz as coisa por impulso, a educação financeira evitaria muitos problemas para as famílias”, opina. Ele reforça que as compras parceladas em longo prazo podem “enganar” o consumidor.<br><br>“O consumidor brasileiro não sabe o custo do dinheiro, a preocupação maior é com o valor da parcela, especialmente se o prazo for maior. Com isso, provavelmente compra um bem e paga por dois”, alerta o especialista. Ele garante que, se a lógica for eleger o menor dos males, o eleito é mesmo o crédito consignado (descontado em folha de pagamento). <br><br>Geralmente concedido por bancos a funcionários públicos ou com emprego estável, o crédito consignado tem as menores taxas de juros porque também tem baixas taxas de inadimplência, já que a parcela tem de ser inferior a 30% do salário, e o desconto é feito direto em folha. <br><br>O consultor Ângelo Guerreiro Costa garante ainda que, em alguns casos, é vantajoso trocar uma dívida por outra, e recomenda a manobra para fugir de enrascadas maiores. “É importante buscar trocar dívidas caras e de curto prazo, por dívidas mais baratas e de prazo maior. O segredo está em embutir a parcela no orçamento”, ensina. <br><br>Para isso, por exemplo, quem se endividou com o cheque especial – que cobra juros de até 12% ao mês – pode recorrer a um crédito pessoal, e baixar essas taxas para até 3%.    <br><br>Justiça - Segundo a diretora de Fiscalização do Procon, Bárbara Lima, o consumidor deve pensar bem antes de adquirir uma dívida, pois, uma vez aceitas as condições do contrato com a loja ou financeira, não é possível voltar atrás. “O Procon só pode ser acionado se houver descumprimento do que foi combinado, ou falta de informação”, explica. <br><br>O que pode acontecer, explica, é, quando o consumidor tem uma dívida arrolada por muitos meses, ela ser negociada judicialmente. “Aí a Justiça pode decidir que sejam baixados os juros, mas o Procon não pode decidir sobre isso”, informa.  Desde 2003, o Banco Central deixou de impor limites para a cobrança de juros pelos bancos e financeiras. “O Procon não pode decidir o que é justo, agora isso cabe ao consumidor”, completa. <br><br>Bárbara Lima chama atenção, entretanto, para a clareza das transações financeiras de qualquer tipo. “Em toda compra deve ser informado ao consumidor o valor total e quanto ele paga de juros no final, o que chamamos de custo efetivo total”, diz. Caso ache que foi lesado no direito de saber as reais condições da compra que efetuou, assim como o valor de eventuais multas, o consumidor pode e deve recorrer ao Procon. <br><br>Fonte: Clarissa Borges, do A TARDE On Line<br>
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<title>Crédito cresce há 20 meses</title>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 20:01:33 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[As operações de crédito permanecem a todo vapor mesmo diante do aumento do custo das captações dos empréstimos. Em julho, o total de financiamento realizado pelo sistema financeiro brasileiro alcançou R$ 1,085 trilhão, crescendo pelo 20 mês consecutivo, em alta de 1,7% em relação ao mês anterior, 16% no acumulado do ano e 32,7% nos últimos 12 meses.<br><br>O volume já representa 37% do Produto Interno Bruto (PIB). É um recorde histórico como proporção PIB desde o início da pesquisa, em 1994, e superou o recorde anterior alcançado em 1995 (36,85%), conforme revelou ontem o Banco Central.<br><br>A despeito do avanço do crédito, o chefe do departamento econômico do Banco Central, Altamir Lopes, mantém a expectativa de que as operações alcancem 40% do PIB no final do ano. Para ele, o aperto da política monetária surtirá efeito. "Esperamos que as taxas apresentem acomodação no longo prazo."<br><br>A autoridade monetária admite que a alta da Selic ainda não surtiu efeito sobre as operações de crédito. Mas já vê impacto sobre o custo de captação dos recursos. Em julho, o juro cresceu em todas as modalidades. Na pessoa física, a taxa média subiu de 49,1% anuais, em junho, para 51,4% em julho. É a maior desde janeiro de 2007 quando ficou em 53,3%. Em igual mês do ano passado, a taxa era de 47% ao ano.<br><br>O juro subiu também para os empréstimos destinados às empresas. A taxa saltou para 27,5% anuais, ante 26,6% em junho. É a maior variação desde agosto de 2006. Em julho do ano passado, a taxa era de 23%. O spread bancário para pessoa jurídica subiu para 14,5 pontos, ante 13,9 pontos no mês anterior.<br><br>Na média, a taxa de juro cobrada pelos bancos (pessoas físicas e jurídicas) ficou em 39,4% ao ano em julho, 1,4% a mais que no mês anterior, 5,6% no acumulado do ano e 3,5% nos últimos 12 meses. Lopes observa que a taxa de crescimento das operações já começa a desacelerar nos últimos 12 meses, ainda que seja em uma velocidade considerada "muito tímida". Em junho, diz, a taxa havia crescido 33,4%. "Com emprego e renda em alta o crédito tende a demorar mais para desacelerar."<br><br>Ele diz que as operações permanecem bastante fortes impulsionadas pelas operações de leasing, sobretudo para a aquisição de veículos por pessoas físicas. Apenas as operações de leasing para pessoas físicas totalizaram R$ 49,044 bilhões em julho, 7,8% mais sobre o mês anterior, 62,7% no acumulado do ano e 141,7% nos últimos 12 meses.<br><br>Além disso, ele destaca que o crescimento reflete os empréstimos feitos por pessoas jurídicas para capital de giro. O crédito com recursos livres às pessoas físicas totalizaram R$ 369,2 bilhões em julho, 2,3% a mais que em junho, 16,3% no ano e 30,7% em 12 meses. Já o estoque destinado às empresas totalizou R$ 336 bilhões, alta de 2,4% no mês, 22,4% no ano e 46,3% nos últimos 12 meses.<br><br>Lopes não quis comentar a possibilidade de o governo aplicar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de leasing para inibir a demanda. Como o leasing não tem a alíquota, acaba tendo um custo mais baixo em relação às demais operações de crédito.<br><br>Lopes garante, entretanto, que a inadimplência tem permanecido estável no geral, embora a de pessoa física tenha oscilado para 7,3% em julho, ante 7,0% em junho, puxada pela taxa do cheque especial (de 8,0% para 8,3%).<br><br>A tendência para agosto é que o crédito continue em alta. Os dados parciais, compilados até 13 de agosto, mostram que a taxa cresceu 1,8% tanto para pessoa física como para jurídica. E o juro continua elevado, com destaque para o cheque especial que chega a 165,4% nos primeiros nove dias úteis do mês.<br><br>Considerada "impraticável" pelo Banco Central, a taxa do cheque especial chegou a 162,7% anuais, ante 159,1% junho. Ambas são as maiores desde agosto de 2003 (169,3%). Ainda assim, o valor está aquém do que já foi no passado, quando chegou a 294% em julho de 1994. A taxa média do spread bancário para pessoa física saiu de 34,7 pontos percentuais, em junho, para 36,6 pontos em julho, a maior desde fevereiro deste ano.<br><br>As instituições financeiras permanecem elevando o prazo médio para o pagamento das prestações, para que as prestações se ajustem no orçamento do tomador dos recursos. Em julho, o prazo subiu para 467 dias. É o maior da série da pesquisa. Nos últimos 12 meses, o prazo médio já foi ampliado em 41 dias, com destaque para pessoa física, com quase 59 dias a mais.<br> <br>Fonte Gazeta Mercantil - Viviane Monteiro<br>
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<title>Itaú nega compra do Bonsucesso</title>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 19:59:33 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[São Paulo - Em resposta à solicitação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Banco Itaú Holding negou que exista proposta para compra do Banco Bonsucesso de Minas Gerais, especializado em crédito consignado. O pedido de esclarecimento da CVM foi motivado por nota publicada na coluna Radar da revista Veja, no último final de semana. Segundo a reportagem, o Itaú estaria comprando o Bonsucesso por R$ 1 bilhão.<br><br>Ao negar o negócio, o Itaú afirmou, ainda, que está sempre considerando opções para expandir suas operações no mercado financeiro, analisando novas oportunidade de investimentos, com foco na agregação de valor para os acionistas. (Fonte: AE)<br><br><br><br><br>
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<title>Leasing é o crédito que mais cresce</title>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 19:48:36 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[Leasing tem crescido a passos largos: em julho, volume de operações para pessoas físicas cresceu 7,8% sobre junho - maioria dessas concessões foi destinada à compra de veículos. <br><br>Dívida dos brasileiros nesses contratos somava R$ 49 bi, +141,7% sobre jul/07 (dados BC). <br>Volume superou o de negócios feito por pessoas jurídicas (R$ 47,7 bi) - foi a 1ª vez que isso ocorreu, desde set/00. <br><br>No 1S08 leasing desbancou o CDC na aquisição de automóveis - passou a ser a opção mais usada pelos compradores de veículos novos. <br>De todos os carros que saíram das concessionárias, 38% tinham contratos de leasing (30% em 2007).  <br><br>Fonte: Jornal Tribuna do Norte (RN) 31/08/2008 <br>
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<title>Faturamento da Crivo cresce 135%</title>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 19:46:53 GMT</pubDate>
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<description><![CDATA[SÃO PAULO, 1 de setembro de 2008 - A Crivo encerrou o primeiro semestre do ano com faturamento superior a R$ 6,5 milhões, crescimento de 135% comparado com o mesmo período de 2007. A expectativa é encerrar este ano com um faturamento de R$ 15 milhões.<br><br>No ano passado, a Crivo registrou um faturamento de R$ 7,2 milhões, pouco mais do que a receita alcançada em um único semestre. O crescimento anual da empresa está diretamente atrelado à expansão do mercado de cartões de crédito, de 16,5% entre 2007 e 2008, ao aumento de 30,16% nas vendas de veículos nos primeiros seis meses deste ano, a elevação do crédito imobiliário em 86,7% no mesmo período e ao número de operações de crédito consignado. <br><br>´Cartões, veículos, imobiliário e consignado são as áreas que mais fazem o uso do software de análise de crédito da Crivo. Hoje, 70% das operações de crédito consignado do Brasil passam pelo nosso sistema´, afirma Rodrigo Del Claro, diretor de relacionamento da Crivo.<br><br>Mais de 100 empresas são usuárias do software da Crivo. Os principais segmentos são bancos, que corresponderam a 48% da receita do semestre, seguradoras, 24% e telecomunicações com 18%. O restante se divide entre os mercado de varejo, atacado, indústria, imobiliário, consórcio e e-commerce.<br><br>(Redação - InvestNews) <br><br>
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